O Plano Nacional de Educação que não sai do papel num Congresso contaminado

O Brasil entra em mais um ano sem novo Plano Nacional de Educação votado. Não é atraso técnico. É decisão política. Planejar educação exige enfrentar interesses, privilégios e a velha recusa em tratar direitos como prioridade.

O PNE não é uma lista de boas intenções. É um pacto social mínimo sobre o país que se pretende construir. Sem ele, governos improvisam, redes disputam migalhas e estudantes e professores pagam a conta.

Quando o debate chega ao Congresso, surgem guerras morais. Fala-se de “ideologia”, nunca de orçamento. O barulho serve para esconder o essencial: quem financia a escola pública e quem se beneficia da escassez.

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